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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Estatísticas sobre meios de pagamento

Uma das formas de melhorar o serviço do PPL é facilitar os meios de pagamento.

Recordemos as vias disponíveis:

  • PayPal: foi a primeira forma de efectuar pagamentos no PPL. Tem a vantagem de ser conhecido da maior parte do público internacional. Porém, muitas pessoas em Portugal não têm conta PayPal nem querem criar uma, daí termos permitido pagamentos via...
  • Transferência bancária: é um processo manual que exige maior atenção por parte dos apoiantes (envio do comprovativo com o nome do titular) e da nossa equipa. Daí ser necessária alguma antecedência face ao prazo da campanha, de modo a garantir que o apoio é processado a tempo. É também a razão porque apenas permitimos este meio para pagamentos com valor mínimo de 50 euros. Outra vantagem é um custo inferior (ou mesmo nulo) para executar transferências, o que não acontece com os pagamentos automáticos: PayPal e...
  • Multibanco: pagamento 100% automático, rápido e comum à maior parte dos portugueses. Pagável em qualquer caixa MB ou no home-banking. Além disso, os promotores de campanhas no PPL podem gerar referências a apoiantes que tenham mais dificuldades com "assuntos da internet". A única desvantagem é ter uma comissão, que ainda assim é inferior à do PayPal.
Para quem pretende lançar a sua campanha, é importante perceber qual o montante médio dos apoios (33 euros), a gama mais frequente (<50€) e os meios de pagamento disponíveis. Cruzando essa informação com o perfil dos potenciais apoiantes, é possível desenhar a melhor estrutura de recompensas.

Aproveitamos para partilhar duas estatísticas sobre este assunto:


Quase 2/3 dos apoios são realizados por multibanco. Ainda assim, 1/5 prefere pagar por transferência bancária manual.
No entanto, esse 1/5 corresponde a quase metade do montante angariado. A explicação é simples: os pagamentos mais significativos são efectuados via transferência bancária, de modo a evitar as comissões dos pagamentos automáticos.

Nos próximos artigos iremos partilhar mais estatísticas e dicas para lançar uma boa campanha de crowdfunding.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

ECN + IES + Seedrs + Patient Innovation

Realizou-se no passado dia 25 de Novembro o primeiro CrowdTuesday em Portugal, um evento promovido pela Rede Europeia de Crowdfunding (ECN) e organizado pelo PPL.

Yoann Nesme, do PPL e um dos embaixadores da ECN em Portugal, apresentou o papel da ECN, uma rede de profissionais criada em 2011 com os objectivos de promover o crowdfunding como solução para a criação de emprego, inovação social e empreendedorismo; disponibilizar recursos e conhecimento sobre a matéria; e promover a transparência e (auto-) regulação da indústria.

Carlos Silva, COO da Seedrs, resumiu o caminho que esta plataforma de crowdfunding de investimento em capital social (equity) de startups e empresas tem vindo a trilhar em vários países europeus, bem como os próximos desafios como uma expansão para os Estados Unidos.

Numa outra vertente, António Miguel, do Laboratório de Investimento Social apresentou a mais recente nota de investigação sobre crowdfunding e investimento social: como é que a "crowd" pode mitigar a discrepância entre o capital necessário e o disponível para o terceiro sector.

Por fim, e como o evento aborda temas da economia peer-to-peer para além do crowdfunding, Pedro Oliveira, director de investigação da Católica Lisbon, deu a conhecer a Patient Innovation, uma plataforma onde pacientes e cuidadores partilham soluções de diversas complexidades para minimizar as limitações impostas pelas suas doenças e condições.


Obrigado a todos os que nos honraram com a sua presença e partilha.
Até uma próxima oportunidade.